“Só se pode aprender bem o que se
aprende dificilmente”. Esse adágio propagou-se na educação brasileira do século
19 até meados dos anos 30. O método de ensino daquela época respaldava-se na
pedagogia da violência. As aulas eram ministradas por meio de tremendas surras
de palmatórias e de outros métodos de humilhação dos alunos relapsos. A
violência continua presente nas atuais escolas, só que agora o professor é a
vitima das protérvias agressões dos alunos. A educação encontra-se à beira de
um caos. Os consultórios psiquiátricos recebem cada vez mais professores
acometidos com a síndrome do pânico, tornam-se assíduos consumidores de prosac
(fluoxetina). Os opressores de ontem são os oprimidos de hoje.

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